O bangalô em Bora Bora era um refúgio isolado, cercado por águas cristalinas que refletiam o brilho prateado da lua. As portas de vidro estavam abertas, permitindo que a brisa salgada entrasse suavemente, balançando as cortinas de linho branco que separavam o quarto do deque sobre o mar.
Jacob estava sentado na poltrona de couro próxima à cama, com os olhos perdidos na escuridão do horizonte. A lua cheia se refletia nas águas calmas, mas nada dentro dele refletia paz. Nada daquilo parecia real,