48. Proteção
Josh Adams
Um misto de sensações sem identificação enchiam meu peito.
Acho que não precisaria de doses de serotonina por um bom tempo.
Eu coço a garganta tentando fazer com que minha voz saia, porque parecia que o gato tinha comido minha língua.
— Olá — falo nervos, e vejo America me dá um sorriso.
Ela estava parada logo atrás dos meninos.
— Oi! — Escuto pela primeira vez a voz da minha filha, e eu achava que era impossível sentir tanta felicidade assim.
— Oi Amélia — falo nervoso —