POV JADE
O elevador abriu no quarto andar com um sino baixo. O corredor cheirava a álcool e café requentado. Um cheiro que parecia impregnado em tudo.
Encontrei ela na terceira poltrona da ala de infusão, o braço esquerdo ligado a uma bolsa transparente pendurada num suporte de metal. O cabelo dela estava preso num coque simples, mais ralo do que da última vez que eu a vi pessoalmente. Ela folheava uma revista de novela sem prestar atenção de verdade nas páginas.
— Mãe.
Ela ergueu o rosto.