RAFAEL
Eram duas da manhã quando Jade perguntou sobre a foto.
Rafael estava no sofá com o relatório da noite na mão — não lendo, relendo, que era diferente, o tipo de releitura que se faz quando o texto já entrou mas a cabeça ainda está processando outra coisa. Jade tinha saído do quarto há quinze minutos com o copo vazio e a expressão de quem foi buscar água e ficou acordada sem razão aparente.
Ela tinha ficado na cozinha por um tempo.
Depois tinha vindo para a sala.
Não foi até o sofá. F