O vento cortava a noite fria, soprando pelas árvores ao redor da clareira onde estávamos. Eu estava sozinha. Não fisicamente, claro — os três alfas estavam ali, observando cada movimento meu. Mas, emocionalmente, eu sentia a solidão de uma forma que não conseguia explicar. A escuridão que eu controlava agora era uma extensão de mim mesma, e, embora eu tivesse aprendido a canalizá-la, a sensação de poder ainda me assustava. Mais do que isso, a responsabilidade que vinha com esse poder era esmaga