Zane
Eu sabia que estávamos chegando a um ponto crucial. Ângela começava a ceder aos poucos, mais do que nunca, sentindo o peso de suas próprias emoções. A cada palavra, a cada pequeno gesto, eu podia perceber que ela estava começando a entender que não precisava fazer tudo sozinha. Não mais. E, por mais que ela se entregasse ao medo e à insegurança, nós três estávamos aqui, prontos para acompanhá-la em cada passo. Não havia pressa, não havia necessidade de forçar as coisas. A paciência, como e