Depois daquela última frase de Sakura, eu deveria ter percebido que a tarde estava prestes a piorar.
Hina e Kazuki continuavam trocando aqueles olhares suspeitos, como se estivessem conversando sem precisar dizer uma única palavra. Eu conhecia Hina o suficiente para saber que aquela expressão nunca significava coisa boa, e, depois de tantos anos convivendo com ela, eu já tinha desenvolvido uma espécie de instinto de sobrevivência.
O problema era que Kazuki estava começando a desenvolver o mesmo