Um mês e meio havia passado desde a noite em que inventamos o Sem Escapatória, e, para minha infelicidade, meu pai ainda usava aquela brincadeira como prova de que eu e Kazuki não deveríamos receber permissão para organizar eventos familiares.
Eu discordava completamente.
Na minha opinião, tínhamos feito um excelente trabalho.
Só que ninguém parecia concordar.
Principalmente meu pai.
Desde aquela noite, sempre que eu aparecia com um caderno na mão, Rintaro estreitava os olhos. Se eu sorria dema