Acordei com um barulho diferente.
Não era o vento.
Nem o canto dos pássaros que, nos últimos dias, já havia aprendido a reconhecer antes mesmo de abrir os olhos.
Era água.
Abri os olhos devagar e demorei alguns segundos para entender de onde vinha aquele som constante.
Quando me sentei, vi que Rintaro já estava de pé.
Ele havia se afastado alguns metros do acampamento improvisado e observava um rio estreito que corria logo depois das árvores.
Sorri sozinha.
Duas manhãs seguidas.
Aquilo realment