Durante muitos dias, pensei que a parte mais difícil da viagem seria partir.
Deixar para trás o castelo.
As pessoas que conhecíamos.
A rotina que, mesmo cheia de problemas, havia se tornado familiar.
Mas eu estava errado.
Partir era apenas o primeiro passo.
O mais difícil era descobrir quem éramos depois de caminhar por tanto tempo sem aquilo que sempre conhecemos.
Naquela manhã, acordei antes do sol nascer completamente.
Dessa vez, não foi porque ouvi Sakura se mexendo.
Não foi porque percebi