A caverna, com sua entrada guardada pelo cervo branco, era um portal para uma dimensão de magia e mistério. O ar era rarefeito, e a luz das tochas de Kael e Lívia dançava nas paredes rochosas, revelando desenhos antigos, gravados por gerações de lobisomens. A voz do cervo, que soava como o vento, ecoou na mente de Lívia. "A sua cura é o sangue. O sangue do filho da loba." A profecia, antes uma lenda distante, agora era uma realidade aterradora.
Lívia sentiu um arrepio. Ela e Kael não tinham fil