O silêncio depois da última frase não foi só pesado.
Foi decisivo.
O tipo de silêncio que não deixa espaço para recuo.
Ele permaneceu imóvel por alguns segundos. Não reagiu de imediato. Não rebateu. Não desviou.
E isso… dizia muito.
Alina não tirou os olhos dele.
Nem por um instante.
Porque sabia.
Aquilo era o ponto.
O momento em que tudo podia virar.
Ou quebrar.
De vez.
— Você acredita mesmo nisso — disse ele, finalmente.
A voz mais baixa.
Mais contida.
Mais… humana.
Alina respondeu sem hesita