Eles deixaram o cartório pela lateral, misturados ao fluxo de pessoas assustadas que ainda saíam do prédio. O som das sirenes crescia, os agentes começavam a cercar a área, funcionários tentavam organizar quem chorava, quem tremia, quem procurava documentos caídos ou familiares perdidos no meio do pânico.
Alina caminhava com rapidez, mas não soltava a mão de Gael.
Não mais.
A jornalista seguia alguns passos à frente, protegendo a pasta contra o peito como se carregasse algo mais valioso que a p