Dante abriu a porta devagar.
O corredor estava escuro, com apenas algumas luzes de emergência piscando em intervalos irregulares. O barulho de passos tinha diminuído, mas isso não significava segurança.
Significava que eles estavam procurando melhor.
Alina se afastou de Gael com dificuldade.
Não porque queria.
Mas porque precisava.
Ainda sentia o calor do abraço dele no corpo, o beijo na testa, a promessa sussurrada perto do ouvido.
“Quando isso acabar… eu ainda vou estar aqui.”
Aquelas palavra