O assoalho duro castigou a coluna dele durante a madrugada. Arthur estalou o pescoço dolorido, apoiou a mão na porta fechada do quarto de Leo e levantou devagar.
Ele caminhou pelo corredor estreito até a cozinha.
Clara já estava sentada na banqueta alta da ilha. O notebook estava aberto, a tela brilhando no rosto exausto dela. Ela digitava rápido, sem parar.
Arthur parou na beirada do balcão. Ele engoliu em seco, esperando o esporro de sempre por ter passado a noite na porta.
Clara não levantou