Marina arregalou os olhos.
— Você acha?
— Eu tenho certeza. — Minhas mãos tremiam. A raiva subia pela espinha como um choque. — Ele colocou um detetive para me seguir. Para me vigiar. Para saber onde eu estou, com quem eu estou, o que eu estou fazendo.
— Pamela...
— Ele me vigia, Marina. — A voz falhou. Não era choro. Era ódio. Ódio puro, fervente, incontrolável. — Ele contratou alguém para me espionar. Ele sabe onde eu vou. Ele sabe com quem eu falo. Ele sabe o que eu como. E ele teve a cor