Capítulo 98

Henrique estava sentado tranquilamente num café próximo a um rio, em Lisboa. O lugar tinha janelas amplas e elegantes, o tipo de cenário que ele sempre gostou sofisticado o suficiente para parecer respeitável.

Ele olhava o celular quando uma sombra se projetou sobre a mesa.

— Boa tarde, senhor Henrique.

Henrique ergueu os olhos. Por um segundo, não reconheceu. Depois empalideceu.

— Álvaro…

— Não levante. — A voz de Álvaro era baixa, controlada, mas cada palavra vinha carregada de aço.

Henrique
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