Sebastião havia morrido.
O sapo que Helena e Thomas haviam criado com tanto cuidado no solário da antiga sala de estudos, que agora servia para as tarefas escolares das crianças.
Eles o haviam encontrado perto do pequeno lago no jardim e com a ajuda de Maria Clara construíram um terrário para ele.
Sebastião tornou-se uma espécie de mascote da casa. Naquela tarde, porém, Helena percebeu algo estranho. Depois de observar o terrário por alguns segundos, chamou Thomas.
— Thomas… ele não está se mex