CELSO MIRANTES
O sol estava brilhante, mas frio, quando estacionei em frente à casa de Rosália. Eram 07:30 da manhã.
Ela saiu pela porta da frente pontualmente, vestindo uma saia lápis preta e uma blusa de seda creme. O cabelo estava preso num rabo de cavalo alto que balançava com o passo decidido dela. Ela parecia profissional, inalcançável e irritantemente atraente.
Desci do carro para abrir a porta para ela.
— Bom dia, noivo — ela saudou, com um sorriso que não chegava a ser caloroso