85. Amanhã, a realidade volta
Antes que eu possa processar, Nathan limpa a garganta e aperta minha cintura, sorrindo sem jeito.
— Então? — pergunta, apontando para trás de mim. — Cama nova?
Sorrio, meio aliviada pela mudança de assunto. Por um instante, nos encaramos, presos outra vez na batalha silenciosa de vontades.
Reviro os olhos, já sabendo que vou perder. Sempre perco quando se trata de Nathan.
— Tudo bem. Você pode comprar a cama — cedo, enfim. — Mas é o ÚLTIMO móvel que você compra pra mim, entendeu?
— Veremos