155. A Culpa É Minha
Olho para a minha mulher, que me encara com uma expressão totalmente insatisfeita. Ela não vai deixar isso passar. Claro que não.
Suspiro e passo a mão pelo rosto.
— Vamos para o quarto — digo, pegando sua mão. — Não quero ter essa conversa no corredor.
— Nathan…
— Por favor, pequena.
Ela hesita, mas concorda. Subimos as escadas em silêncio e entramos no quarto. Fecho a porta atrás de nós.
Ann se senta na cama e cruza os braços, pronta para o interrogatório.
— Então?
— Rachel é… — paro,