Sou um homem de sorte...
Michel me olhou com um desejo sombrio e faminto, mas ainda cheio de amor. Ele me guiou até o centro do quarto, onde a luz das velas criava sombras longas e sensuais nas paredes.
— Fica em pé aqui. — murmurou ele, a voz baixa e rouca.
Ele pegou as quatro cordas de seda preta. Primeiro, amarrou meus pulsos acima da cabeça, prendendo-os em um gancho discreto no teto que eu nem havia notado antes. Depois, separou minhas pernas e amarrou cada tornozelo em pontos fixos nas colunas da cama e na estrut