Chegamos à mansão pouco depois da meia-noite. A casa estava silenciosa, iluminada apenas por luzes indiretas suaves. Assim que a porta se fechou atrás de nós, Michel me prensou contra ela com urgência, o corpo colado no meu. O beijo foi selvagem, quase desesperado — língua invadindo minha boca, mãos apertando minha cintura com força.
— Eu passei o dia todo querendo isso — rosnou ele contra meus lábios, a voz rouca. — Te ver naquele vestido, sorrindo… me deixou louco.
Minhas mãos subiram para