Mundo de ficçãoIniciar sessãoA cozinha da casa do Romeu está silenciosa, nem mesmo Sol e a Lua se dão ao trabalho de fazer qualquer barulho. Tudo permanece imóvel, como se o tempo estivesse segurando a respiração. O único som é o murmúrio baixo da minha voz enquanto cantarolo uma melodia qualquer, uma canção pegajosa que ouvi no bar essa semana, suas notas flutuando no ar como uma tentativa frágil de preencher o vazio que paira na cozinha.
Meus pés descalços tocam o chão frio, a sensação gelada envia pequenos arrepios pelas pernas, e me pego perdida em pensamentos, minha mente girando em torno de Romeu, de Rihara, do peso das escolhas que me trouxeram até aqui.
Estou diante da geladeira, a mão já pousada sobre a maçaneta, analisando as opç&otild







