Mundo ficciónIniciar sesiónDeito o corpo da Rihara em sua cama no segundo andar. Não faço com delicadeza, mas também não sou bruto. É como colocar uma caixa de itens frágeis sobre uma superfície instável, sem qualquer certeza — ou interesse — se eles irão se quebrar ou não.
O colchão afunda sob o peso dela, e por um segundo, observo a pele machucada contra os lençóis de cetim, agora manchados pelo sangue que ainda escorre das feridas abertas. O cheiro metálico impregna o quarto, misturado ao perfume doce e enjoativo que ela sempre usou, criando uma combinação sufocante, que me dá vontade de arrancar as paredes para respirar.
“Espero que assim ela te largue,” Dee-dee ronrona atrás de mim.
Olho pa







