Mundo ficciónIniciar sesiónMe aproximo dela e me inclino em sua direção, até sentir sua respiração quente e irregular contra meu rosto. Minha mão envolve o cabo da adaga ainda cravada em sua carne. E então, sem pressa, sem piedade, torço a lâmina dentro dela, arrancando um grito ainda mais dilacerante de seus lábios.
“Sim, depois de duzentos e cinquenta anos, a loucura finalmente me alcançou,” respondo com malícia.
Foco meu olhar em seus olhos violetas, tão carregados de aflição e choque.
“Você tem razão, Rihara,” sibilo tão perto do seu rosto que consigo sentir a mistura do perfume doce e do suor amargo que escorre pela sua pele. Meu hálito quente roça sua bochecha e vejo os músculos do pescoço dela se contraírem em um gesto involuntário. “Não posso te matar. Mas te torturar? Isso nunca me foi negado, certo?”







