Lizandra
O pânico tomou conta de mim. Meu corpo inteiro tremia, enquanto eu olhava de um lado para o outro buscando uma forma de me desvencilhar daquele homem. Eu não tinha dúvidas que ele estava me confundindo com a minha irmã gêmea. O ar parecia pesado demais para entrar nos meus pulmões.
Ele segurou meu rosto com força, apertando minhas bochechas, me obrigando a encará-lo.
— Não adianta fazer teatrinho — disse entre os dentes. — Fingir que não me conhece.
Tentei virar o rosto, mas ele não de