Bom dia, babá...
Lizandra
Era muito cedo, quando saí do prédio com a Samanta ainda falando pelos cotovelos, exatamente como sempre fazia quando estava animada. O ar da manhã estava fresco, e eu tentava disfarçar o nó na garganta que teimava em se formar.
— Você ainda não entendeu o que fez ontem, né? — Samanta cutucou meu braço. — Você salvou uma criança, Liz. Isso não é pouca coisa.
Suspirei, ajeitando a alça da bolsa e puxando a mala para mais perto de mim.
— Eu só fiz o que qualquer pessoa faria, Sasa… — mu