Lizandra
Caminhando ao lado do Fernando e olhando ao redor, eu achava tudo estranho demais. O local onde deveria ser o restaurante estava escuro e silencioso.
— Tá fechado, Fernando… — falei, sorrindo.
— É… parece mesmo.
Paramos em frente a grande porta de madeira e antes que eu pudesse dizer para irmos embora, ele empurrou a porta.
— SURPRESAAAAA!
Eu congelei. Os sons vieram de uma vez só no mesmo instante que as luzes acenderam. Gritos, aplausos, música e muitos balões coloridos. Meus olhos