Mia
O relógio marcava seis da tarde, e eu me senti como uma maratonista que acabara de cruzar a linha de chegada. Meu cérebro estava processando tanta informação de alto nível que eu podia jurar que a fumaça estava saindo pelas minhas orelhas.
— Você está liberada, Mia — disse Sara, fechando seu notebook. Ela estava tão impecável quanto às oito da manhã. Eu? Eu parecia um rato que fugiu de um laboratório de finanças. — Não se preocupe em revisar o material hoje. Amanhã teremos a agenda do Che