O sol começava a se pôr no horizonte quando Amy encostou o telefone no ouvido e esperou Marcus atender. O coração dela batia acelerado, não de nervosismo, mas de excitação pelo que estava prestes a acontecer.
— Oi, meu amor — a voz dele soou do outro lado, cansada, mas suave, trazendo um conforto automático para Amy.
Ela sorriu ao ouvir o tom dele, imaginando-o sentado em sua mesa do escritório, provavelmente afrouxando a gravata e esfregando os olhos cansados após horas de trabalho.
— Oi queri