O tempo passa de um jeito estranho depois.
Quando dou por mim, estamos deitados no chão do galpão, sobre algumas mantas antigas, o corpo dele encaixado no meu como se sempre tivesse pertencido ali. Meus braços estão ao redor dele, e a cabeça dele repousa logo abaixo do meu queixo. O calor agora é real, confortável, tranquilo.
A chuva ainda cai lá fora, mas mais distante.
Meu coração finalmente desacelerou.
Thomas quebra o silêncio com um leve riso baixo, quase preguiçoso.
— Acho que…