O caminho até a casa de Thomas foi um choque para todos os meus sentidos.
Dentro do carro, eu me mantive colada à janela, observando tudo com uma mistura de curiosidade e espanto. Os prédios se erguiam enormes, de vidro e concreto, pareciam tocar o céu. Carros por todos os lados, buzinas, pessoas apressadas, luzes, movimento. Tudo tão vivo… tão diferente do silêncio do campo.
— É tudo tão… rápido — murmuro, mais para mim do que para ele.
Thomas sorri ao meu lado.
— A cidade nunca dorme