Giulia ainda estava parada no meio da sala quando se aproximou do segundo buquê. As tulipas eram idênticas — mesmas cores, mesmo cuidado — e aquilo já não parecia coincidência.
Ela puxou o cartão preso entre as flores.
E leu.
“Parabéns pelo seu primeiro dia, Giulinha. Espero que tenha dado tudo certo… mas tenho certeza que você brilhou como sempre.”
O coração dela apertou.
Henrique.
Ela levantou o olhar.
— São do Henrique… — disse mais baixo. — Pelo meu primeiro dia.
Alessandro