O jantar tinha sido leve de um jeito que Giulia não lembrava de ter vivido antes. Não era nada extraordinário — era simples, cotidiano — mas justamente por isso parecia completo. Elisa falava sem parar, misturando histórias da escola, comentários pequenos e descobertas com aquela empolgação natural de quem ainda vê tudo como novidade.
— E a tia falou que não pode correr… mas eu corri só um pouquinho — disse, abrindo os braços para mostrar o tamanho desse “pouquinho”.
Giulia riu, inclinando-s