O cansaço pesava no corpo de Alessandro de um jeito mais presente naquele dia. Não era só físico — era aquela exaustão que vinha de uma noite mal dormida, da mente que não desacelerava, de pensamentos que ele ainda não tinha organizado direito. Ainda assim, quando olhou o relógio, não pensou muito. Fechou o notebook, pegou as chaves e saiu, como se já soubesse exatamente o que queria fazer.
Na escola, uma das freiras veio até ele com Elisa pela mão, com aquele sorriso tranquilo de sempre.
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