A madre olhou para Giulia por alguns segundos em silêncio depois que ela terminou de falar.
Os olhos dela estavam cheios de carinho.
Mas também de uma tristeza profunda por tudo que aquela menina tinha carregado sozinha durante tantos anos.
Então ela segurou delicadamente as mãos de Giulia entre as dela e falou com suavidade:
— Nós estamos falando de um homem que, pela dor do luto, afastava a própria filha.
Giulia ergueu os olhos lentamente.
A madre sorriu de leve.
— E Elisa é a criança