70. Entre Couves e Lembranças
Quando o alarme tocou, às sete da manhã, senti como se tivesse sido atropelada por um trem em alta velocidade. Cada músculo do meu corpo gritava em protesto, um lembrete claro de que Alexander tinha se esforçado muito para me deixar exausta. Aquele homem, responsável pelo meu estado lastimável, também foi acordado pelo som insistente do despertador.
— Você está acordada? — ele murmurou, a voz rouca, cheia de sono.
— Infelizmente, sim. — Resmunguei, desejando com todas as forças que pudesse ig