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Alguns dias se passaram desde a noite do paintball, da lanchonete e dos beijos que ainda deixavam Thaís pensativa quando lembrava.
A semana correu cheia. Trabalho, relatórios, reuniões, rotina.
No fim daquela sexta-feira, porém, Ana apareceu na porta da empresa como um furacão contido.
— Bora.
Thaís ergueu os olhos da mesa.
— Boa tarde pra você também.
— Boa tarde nada. Anda logo.
— Pra onde?
— Pra qualquer lugar que tenha cadeira e eu possa fofocar em paz.
Thaís riu, pegou a bolsa e