FELIPE
O Lobo ficou um tempo me encarando, e em seguida perguntou:
— A que devo honra do palyboy aqui no meu morro?
— Eu gostaria de propor um negócio para você — falei meio apreensivo, mas tentando demostrar firmeza.
— Manda aí playboy, mas seja rápido para não atrapalhar o meus corre.
— Eu quero pagar a dívida de uma das garotas da sua boate em São Paulo — falei sem rodeios.
O Lobo franzil as sobrancelhas, e parecia não entender do que se tratava.
Ele pegou o celular, se afastou e começou a