Dante continuava abraçando-a, o corpo firme contra o dela, a respiração quente roçando sua pele. Melissa, ainda ofegante, reuniu forças e disse, quase num sopro:
- Me solte.
Ele inclinou levemente a cabeça, como se não tivesse ouvido direito.
- O quê? Eu não ouvi… você precisa ser mais convincente.
Ela engoliu seco, tentando sustentar alguma firmeza:
- Me solta, Dante… - a voz saiu entrecortada.
Um leve sorriso surgiu no canto dos lábios dele, carregado de provocação.
- Isso é uma