Caminharam apressados até o elevador e, assim que as portas se fecharam, Leon voltou a envolvê-la pela cintura.
Ela sorriu.
- Calma.
- Não consigo. Ele disse abraçando-a ainda mais.
As portas se abriram no andar dela.
Assim que entraram no apartamento, Eloá apontou para a cozinha.
- Deixa eu pegar alguma coisa para a gente beber.
Leon balançou a cabeça.
- Eu não vou beber hoje.
Ela o olhou, surpresa.
- Nem uma taça?
- Hoje eu quero estar completamente sóbrio.
- Só uma,