Arthur atravessou os portões da mansão já no início da noite.
O semblante permanecia sério.
Poucos minutos antes, havia deixado Isabella em um hotel discreto, reservado sob outro nome e cercado por seguranças de sua inteira confiança. Ninguém, além dele e de seus homens, sabia onde ela estava.
Era o lugar mais seguro naquele momento.
Principalmente porque Carolina precisava continuar acreditando que seu plano havia dado certo.
Que Isabella estava morta.
Quanto mais segura ela se sentisse...
Mai