Arthur caminhou lentamente pelo corredor do segundo andar.
Quanto mais se aproximava do quarto de Sofia, mais um aperto surgia em seu peito.
Bateu duas vezes na porta.
— Sofia?
Nenhuma resposta.
Ele girou a maçaneta devagar.
A porta estava destrancada.
Ao entrar, encontrou a menina encolhida na cama, abraçada ao velho ursinho de pelúcia. O quarto estava escuro, iluminado apenas pelo abajur ao lado da cama.
Ela levantou os olhos ao ouvir os passos.
No instante seguinte, correu até ele.