Brenda Narrando
O relógio marcava exatamente 15h.
Meu coração batia forte, mas não era medo. Era a antecipação. O gosto da vingança amadurecendo na minha boca.
Peguei o telefone fixo da casa e disquei o número do presídio, usando a autorização especial que o senhor Duarte tinha conseguido pra mim.
Tudo estava esquematizado.
O telefone chamou três vezes até ser atendido.
Ligação On
— Presídio Central. Quem deseja? — a voz do agente do outro lado era seca.
— Brenda Rodrigues. Tenho autorização