O clima no departamento de Relações Públicas, que costumava ser um ecossistema vibrante de telefonemas sobrepostos, cliques furiosos de teclados e discussões acaloradas sobre estratégias de gerenciamento de crise, congelou instantaneamente. O eco das palavras impensadas de Juliana ainda vibrava no ar pesado, agindo como um ímã magnético para os olhares curiosos de pelo menos quatro assessores de imprensa e analistas. Eles, que antes fingiam imersão total em suas planilhas de clipping e métricas