— Eu... eu estou bem!
Henry finalmente conseguiu articular, a voz saindo mais grave e polida do que um faxineiro comum deveria ter. Ele segurou gentilmente os pulsos dela para que parasse de esfregar a mancha.
— Respire. É só café e chá, acontece. Eu também não olhei para frente.
Zoe parou. O toque dele era firme, e por um segundo, o desespero dela foi substituído por uma estranha confusão. Aquele homem tinha mãos cuidadas demais para quem carregava esfregões, e um olhar que parecia analisar su