A tristeza nas palavras de Cecília era evidente. Ela queria desesperadamente que as coisas fossem diferentes, que Gael a visse como mais do que um objeto, mas sabia que a realidade era cruel.
Dona Lourdes segurou a mão de Cecília, apertando-a com força.
— Minha filha, você não precisa passar por isso sozinha. Eu e seu avô estamos aqui por você, sempre. Se essa gente lá não te quer bem, você fez a coisa certa voltando pra cá. Nós vamos cuidar de você e desse bebê, e ninguém vai te obrigar a fa