— Para onde estamos indo? — perguntei.
— Para casa de Gabriel Camden. — Mabel respondeu sem um pingo de culpa.
Eu queria lutar contra ou ao menos reclamar, mas eu não tinha forças para isso. Mabel me ajudou a entrar no carro e dirigiu até prédio chique no meio da cidade, porque Mabel havia telefonado antes, a nossa entrada não foi nem um pouco complicada.
Subi o elevador apoiando meu corpo no peito de Mabel, minha cabeça pendendo em seu ombro. Eu era quase como um peso morto, uma morta-viva