ISADORA VILLANOVA
Chorei até a minha garganta doer e os meus olhos arderem. Era humilhante, doloroso e assustador.
Aos poucos, porém, o meu choro foi perdendo a força. A respiração ofegante foi se acalmando, e a razão começou a voltar para a minha mente.
Com a minha mão livre, limpei o rosto molhado e respirei fundo. Alcancei o decote do meu vestido e, com muito cuidado, puxei o celular que o delegado havia me entregado. Pressionei o botão lateral e a tela acendeu. Abri a câmera frontal, anal